Sempre empenhada em jogar para baixo a inegável retomada do crescimento econômico registrada desde abril, é raro um dia em que a mídia está assim, mas hoje ela traz várias notícias ótimas sobre a nossa economia.
O BNDES, por exemplo, reforçou em R$ 1 bilhão a linha de financiamento de pré-embarque para exportação de bens de capital, que passa a contar com um orçamento de R$ 8,2 bilhões esse ano.
O banco vai se tornando, assim, o nosso Eximbank e o Brasil se preparando para exportar máquinas e equipamentos, bens com valor agregado, serviços, tecnologia e capital.
Vem aí o nosso EximbankMelhor que isso, só a notícia estampada na 1ª página do jornal Valor Econômico: avança no governo a idéia de criação do nosso Eximbank, de fato, e a instituição deverá estar definida até o final desse ano.
São iniciativas que constituem uma mudança e tanto no país, e que se verificam, também, no âmbito da construção civil. Conforme registra o mesmo jornal hoje, seis meses após o seu lançamento o programa Minha Casa Minha Vida "tem 60 mil moradias contratadas (15% da meta do ano) e mais 342 mil em análise."
E mais: 43% desse total para o segmento de baixa renda da população. Vejam, esse é um projeto que a oposição, como fez com o Bolsa Família, o PAC, o programa de saneamento... dizia que não ia se acontecer. E viabilizou-se.
Com essa aceleração, conforme anunciou em evento em São Paulo a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a Caixa Econômica Federal (CEF) fechará o ano com R$ 38 bilhões emprestados para o crédito imobiliário, um volume 65% maior para o setor do que o concedido em 2008.
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